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Este site foi lançado com a finalidade de apresentar o livro "O Guerreiro Psíquico" e a página "Apresentação" é especialmente dedicada a isso, onde, entre outros assuntos, até podem ler um pequeno excerto inicial do livro. O site apresenta, na "Galeria de Fotos", algumas fotos que serviram de inspiração para os locais indicados no livro. No "Fórum", os visitantes podem trocar impressões entre si, sobre o tema do livro. Finalmente, no "Livro de Opiniões", deixe um comentário ou opinião sobre o livro.

Nota aos visitantes

Todas as semanas iremos apresentar algo de novo sobre este livro, ou sobre a continuação.

Video de apresentação do livro

Veja o video de apresentação do livro aqui.

Pode receber o seu exemplar em casa, sem pagar portes e com desconto. Saiba como!

Nota Semanal

    Esta semana apresentamos um pequeno trecho do 1º volume:

 

O grupo manteve uma passada rápida de regresso, com Beltor a marcar o ritmo. Nenhum dos elementos estava com grande vontade de falar, já que estavam atentos à floresta. A meio do caminho, ouviu-se um uivo prolongado a uma distância razoável.

Aron não disse nada, mas um pensamento cruzou de imediato o seu espírito. Lobos. Lobos em plena luz do dia. Certamente não seria nada.

Passado cerca de dez minutos ouviu-se novo uivo, desta vez bem mais perto. Aron estremeceu e esperou que alguém dissesse alguma coisa, mas ninguém referiu nada. Todos estavam concentrados no trilho para manterem a velocidade. Durante mais dez minutos não se ouviu nada, mas ao fim desse tempo, surgiu novo uivo, desta vez, demasiado perto.

– O que se passa? – questionou Riane com voz nervosa, sem desviar os olhos do caminho.

Como ninguém respondeu, Aron resolveu emitir a sua opinião.

– Estamos a ser caçados – limitou-se ele a dizer com voz baixa.

Aron sentiu o estremecimento de Riane perante a confirmação dos receios dela. Ele ainda esperou que alguém o desmentisse, mas apenas o silêncio lhe respondeu. Em contrapartida, sentiu que a velocidade do grupo aumentou.

Passados cinco minutos, Aron julgou ouvir o trote de um lobo. Na realidade, não soube se ouvia, se sentia. Tão perto e tão longe. Estavam a apenas cinco minutos da aldeia e não podiam chamar ninguém pois todos os telepatas da aldeia estavam na expedição.

Aron, que agora dividia o olhar entre o caminho e a vegetação, pareceu-lhe ver um par de olhos lupinos. A luz do dia estava a começar a desaparecer e as circunstâncias seriam favoráveis à caçada.

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