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Este site foi lançado com a finalidade de apresentar o livro "O Guerreiro Psíquico" e a página "Apresentação" é especialmente dedicada a isso, onde, entre outros assuntos, até podem ler um pequeno excerto inicial do livro. O site apresenta, na "Galeria de Fotos", algumas fotos que serviram de inspiração para os locais indicados no livro. No "Fórum", os visitantes podem trocar impressões entre si, sobre o tema do livro. Finalmente, no "Livro de Opiniões", deixe um comentário ou opinião sobre o livro.

Nota aos visitantes

Todas as semanas iremos apresentar algo de novo sobre este livro, ou sobre a continuação.

Video de apresentação do livro

Veja o video de apresentação do livro aqui.

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Nota Semanal

    Esta semana apresentamos um pequeno excerto do 1º volume:

 

Conforme entrou no poço, começou a descer rapidamente, por ter aberto a capa menos que o necessário.

Aron! – gritou telepaticamente de susto Riane.

Estás bem Aron? – sondou Edor alarmado.

Aron apressou-se a abrir mais a capa e assumiu uma velocidade de descida normal. Ele apercebeu-se que devia ter caído pelo poço a dentro, alarmando os seus companheiros.

Estou bem – informou ele procurando transmitir segurança. – Já normalizei a velocidade de descida.

Por esta altura já me devem estar a ver a descer, pensou ele, imaginando-os a correrem para junto do muro e a espreitarem para baixo.

Aron manteve-se atento à descida. O candeeiro pendurado no arnês, em posição vertical, iluminava as paredes do poço cheias de pequena vegetação e musgo. O poço não tinha paredes lisas e uniformes. Embora fosse circular apresentava todo o género de irregularidades e saliências. Ele observava cada detalhe e em vão procurava olhar mais longe para a escuridão, a fim de perceber onde estava Felis e aonde deveria aterrar. Apenas conseguia perceber alguns metros iluminados pelo candeeiro, tanto mais que a velocidade do vento obrigava-o a manter os olhos semicerrados.

A descida foi-se fazendo progressivamente, com Aron debaixo de uma tensão constante por não saber bem aonde este poço ia dar. Passado pouco tempo, começou a ver uma luz que saía da parede do poço. O candeeiro de Felis, pensou ele. É ali que vou aterrar. Rapidamente foi descendo em direcção à luz e quando estava a estudar a saída da corrente de ar, apercebeu-se de que o seu candeeiro estava a iluminar o chão da caverna.

Olhou à volta e percebeu a configuração da caverna iluminada pelo seu candeeiro. Dois enormes túneis opostos ao nível do chão da caverna e um terceiro, mais pequeno, situado na parede da caverna a sete metros do chão. Neste último, estava a figura de Felis, num pequeno patamar que fazia de varanda, por detrás da luz a gesticular apressadamente a chamá-lo. Nos dois enormes túneis opostos, o vento rugia em direcção ao centro da caverna, onde ele estava e subia pelo poço acima, formando a corrente de ar que ele estava a descer.

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